Algumas ocorrências de busca e salvamento, em que pese o baixo número de atendimento por ano, ganham vulto por sua complexidade de resolução, como, por exemplo, as operações subaquáticas, os acidentes ferroviários, metroviários e aeroviários, desabamentos de grandes estruturas edificadas e as que se desenvolvem em áreas de cobertura vegetal de risco.
O que no passado chamava-se busca e salvamento em matas, hoje denominada intervenção em área de cobertura vegetal de risco, que teve seu nome modificado para atender aos conceitos e nomenclaturas técnicas dos tipos de vegetação que recobrem o território do Estado de São Paulo, pois a mata era apenas um tipo de cobertura vegetal de risco.
Foram consideradas coberturas vegetais de risco tudo que, por suas características de altura e densidade, dificulte ou impossibilite ao ser humano orientar-se adequadamente no terreno, tais como: mata, capoeira, cerradão, cerrado, restinga, mangue e reflorestamentos. O relevo da área também constitui um fator de risco por adicionar condições desfavoráveis ao deslocamento seguro.
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