Nosso Objetivo

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  • 19/03/2019



    O presente manual tem por finalidade dar noções de procedimentos em incêndios e salvamentos nas instalações metroviárias, ferroviárias e túneis rodoviários, bem como, suas composições e veículos.














  • 18/03/2019



    É incerto quando se deu início ao serviço de salvamento e prevenção nas praias. Talvez algum de nossos antepassados, ao avistar alguém se afogando, enfrentou seus instintos e seu senso de sobrevivência, e lançou-se ao perigo na tentativa de salvar uma vida. A partir daí, conhecendo ainda mais os perigos das águas, passou a alertar os demais sobre os riscos do mar, atuando concomitantemente no salvamento e na prevenção. A verdade é que desde o início do século XIX, tem-se conhecimento de que, em algumas praias, profissionais ou voluntários eram treinados e designados para tal missão.














  • 17/03/2019





    Em emergências envolvendo produtos radioativos, a adoção de medidas para a neutralização do produto ou a minimização dos efeitos do acidente é obrigação do órgão operacional. No Estado de São Paulo, a competência é do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), que dispõe de técnicos especializados e equipamentos adequados para o pronto atendimento emergencial.



    Este manual tem como objetivo orientar as ações nas atuações emergenciais envolvendo produtos radioativos, buscando a minimização dos riscos até a chegada de técnicos do IPEN, a quem compete às ações adequadas à neutralização dos produtos, descarte de resíduos, descontaminação de vítimas e do local.













  • 16/03/2019



    O objetivo deste manual é o de ressaltar a importância da atuação das guarnições de incêndio e, em especial, do comandante da emergência, cujas decisões nas ocorrências são primordiais para o sucesso da operação. O incêndio, logicamente, possui uma gama bastante grande e diversificada de possibilidades, desde um incêndio num veículo pequeno, passando por incêndio em residências, navios, aviões, edifícios altos e florestas, dentre tantas outras possibilidades.





    O foco deste Manual é o de retratar as implicações nos incêndios conhecidos por “estruturais”, envolvendo as edificações de um modo geral. Obviamente que muitos dos fundamentos aqui apresentados também servirão para outros tipos (naturezas) de incêndio, muito embora sejam tratados em diversos outros manuais, cujas remissões são feitas ao longo do texto.










  • 15/03/2019



    Com a globalização e a necessidade de implementação de atividades vinculadas ao comércio exterior, os portos e os navios tornaram-se imprescindíveis à vida nacional. Praticamente todos os produtos importados e exportados por via naval acabam passando por um porto ou um navio, sendo transportados e armazenados nesses por período de tempo considerável. O Corpo de Bombeiros, que tem por missão a proteção da vida, da integridade física das pessoas, a proteção ao meio ambiente a ao patrimônio acaba tendo que se defrontar com essa nova realidade, sendo necessário aprimorar seus conhecimentos técnicos a fim de que tais missões se desenvolvam da forma mais segura e eficiente possível. Para isso, foi criado o presente manual, que é, antes de tudo, um guia que ajudará o profissional bombeiro a obter tais conhecimentos e a seguir procedimentos que minimizarão os riscos e aumentarão a efetividade da missão.











  • 14/03/2019



    Com os recentes avanços tecnológicos surgiram novos desafios para o pessoal responsável pelo atendimento das emergências envolvendo aeronaves. Uma eficiente operação de salvamento e combate a incêndio em uma aeronave envolvida em um acidente ou incidente requer dos bombeiros um conhecimento dos tipos e das variedades de aviões existentes bem como um domínio sobre os diversos aspectos de um aeródromo, quando a área de atendimento do Posto de Bombeiros abranger um aeroporto ou aeródromo.  O presente manual tem como intuito maior, servir de fonte de consulta tanto no campo teórico de conhecimento do homem e seu devido treinamento prático, como na preparação para o enfrentamento de ações emergenciais reais, em seus mais variados níveis de gravidade, dentro dos limites geográficos impostos por legislação pertinente. Para alcançar-se esse objetivo, faz-se necessário especificar adequadamente os equipamentos a serem utilizados nessas missões, bem como preparar o homem, treinando-o nas diversas técnicas e táticas de atendimento às emergências envolvendo aeronaves e no manuseio e na operação das viaturas e dos equipamentos postos à sua disposição. Esses profissionais, quando devidamente treinados e cônscios de sua missão, consistir-se-ão no melhor instrumento para proteger os usuários do transporte aéreo, bem como toda a sociedade.










  • 13/03/2019





    A preservação da vida está diretamente relacionada com a atividade de busca e salvamento em todas as suas vertentes, sendo que neste manual estará se trabalhando com uma das especialidades do salvamento aquático: o salvamento em enchentes e rios. Mas qual a diferença desta modalidade de salvamento para as demais? Simples: em uma enchente ou em um rio a água está se movimentando para baixo. Diferente de uma represa, onde a água está parada e os riscos estão submersos (buracos, pedras, enroscos etc.), ou no mar, onde temos um movimento oscilatório das ondas e das correntes de retorno. Em um rio temos a água se deslocando com velocidade e para baixo. Tal fato dificulta muito as operações de salvamento












  • 12/03/2019





    Este Manual tem por objetivo reunir informações e padronizar procedimentos relativos à atividade de salvamento em altura, com vistas à segurança e à qualidade do serviço prestado, por meio de uma linguagem simples e compreensível, servindo de um guia prático destinado ao efetivo operacional: a Prontidão. Convém destacar que esta modalidade de atividade requer adaptação, constante prática e atualização e que este Manual foi elaborado sob caráter informativo, servindo para esclarecer dúvidas e relembrar tópicos, através de onze capítulos














  • 11/03/2019





    A  ventilação em um local de incêndio é uma ação que o bombeiro executa para facilitar a sua atuação no combate, pois ela oferece grandes vantagens, diretamente ligadas à segurança e eficiência nos trabalhos executados; entre várias vantagens, pode-se destacar o aumento da visibilidade, a identificação do foco de incêndio, a diminuição do calor do ambiente e a redução da concentração de gases tóxicos.  Diante desta abordagem, o presente manual tem como objetivo: fazer com que as guarnições de bombeiros conheçam e apliquem as técnicas de ventilação, de acordo com as circunstâncias encontradas no cenário de incêndio, para permitir e facilitar a execução dos diversos trabalhos; definir os tipos de ventilação e identificar suas vantagens e efeitos; definir os riscos imediatos e as precauções a serem tomadas; prevenir contra os riscos de uma explosão ambiental e o que fazer diante de uma situação como esta, pois a ventilação também pode gerar riscos aos bombeiros durante o combate ao incêndio, quando os princípios táticos de combate não forem observados, colaborando para a ocorrência do “backdraft” e “flashover” .










  • 10/03/2019



    Este manual destina-se a dar noções de teoria geral, características, operação, manutenção e testes de bombas de combate e bombas auxiliares de combate a incêndio.
















  • 09/03/2019



    A expressão “gerenciamento de crises” parece ser contraditória pois a crise emerge do nada e desafia nosso conceito do que é normal e bem administrado. O termo empregado é freqüentemente caracterizado por confusão, ou mesmo pânico e, ocasionalmente pode induzir os indivíduos racionais a recuar ou desistir, dependendo do grau de complexidade, gravidade e extensão dos desdobramentos oriundos dela, parecendo improvável e em alguns casos impossível gerar adequadamente os recursos disponíveis para solucionar ou minimizar aqueles resultados. 





    Com esse trabalho pretende-se apresentar a fundamentação básica para que o bombeiro possa gerenciar adequadamente as ocorrências envolvendo suicídios e atentados terroristas buscando primordialmente preservar sua segurança e o sucesso do atendimento. Devido a complexidade do tema, vê-se que para a manutenção da integridade física e psicológica do bombeiro, há necessidade de conhecer o manual ora apresentado e ser detentor de qualidades importantes tais como raciocínio estratégico e rápido, fluência verbal com capacidade de negociador, controle emocional e ótimo preparo psico-físico tendo em vista que algumas crises podem perdurar por horas, ser exímio observador de detalhes já que estes são indicativos determinantes em circunstâncias especiais.










  • 08/03/2019



    Este manual tem a finalidade de fornecer conhecimentos e informações aos Bombeiros, em todos os níveis de capacitação profissional, para o atendimento às emergências com produtos perigosos. Tais subsídios têm como objetivo propiciar elementos para a tomada de decisões nas fases de planejamento estratégico, definições táticas e ações de execução no cenário da emergência.





    Ele proporciona condições de atendimento, desde um pequeno evento até aqueles que atinjam dimensões catastróficas,  e, inclusive, capacita “o primeiro no local” a executar as ações iniciais, bem como as equipes de níveis mais especializados a adotar as ações de maior complexidade. As informações constantes neste manual devem ser utilizadas em cursos de formação, especialização e reciclagem do profissional de bombeiros, devendo ainda ser fonte de consulta no cenário de emergência.










  • 07/03/2019





    Compreende-se por salvamento aquático todas as operações realizadas em rios, lagoas, represas, mar, enchentes, piscinas e outros mananciais de água, visando à prevenção da integridade física de pessoas que se envolvam em ocorrências em que a água seja o agente causador de acidentes.














  • 06/03/2019





    Aberturas forçadas é o procedimento de abrir portas, janelas ou outros vedos de passagens, que estejam fechadas no momento do atendimento da ocorrência de bombeiro e não se tenha no local como abri-las do modo normal, através do acionamento de maçaneta, chave, trinco ou outro tipo de tranca. É também o procedimento de romper elementos estruturais de vedação - piso, laje, coberturas e forros. O objetivo é passar pela abertura liberada, ou criada no momento, seja para o bombeiro adentrar, sair, continuar entrando ou saindo, ou ainda para retirar alguém que esteja preso no ambiente, ou mesmo para permitir que pessoas entrem e façam uso normal do ambiente antes obstruído. Além disto, é comum, ainda, o bombeiro fazer aberturas para passar materiais a serem usados no serviço que está em andamento no interior do ambiente sinistrado – mangueiras de incêndio, materiais hidráulicos, macas, cilindros de ar, escadas, cabos, etc.. Para tanto, ao invés de se usar os meios normais de sua abertura – maçaneta, chave, trincos, etc., usam-se ferramentas que permitam fazer a abertura de maneira a causar o menor dano possível ao patrimônio, utilizando-se de meios não convencionais. Deve-se tentar causar o menor dano possível, evitando ao máximo o arrombamento.










  • 05/03/2019





    Algumas ocorrências de busca e salvamento, em que pese o baixo número de atendimento por ano, ganham vulto por sua complexidade de resolução, como, por exemplo, as operações subaquáticas, os acidentes ferroviários, metroviários e aeroviários, desabamentos de grandes estruturas edificadas e as que se desenvolvem em áreas de cobertura vegetal de risco.



    O que no passado chamava-se busca e salvamento em matas, hoje denominada intervenção em área de cobertura vegetal de risco, que teve seu nome modificado para atender aos conceitos e nomenclaturas técnicas dos tipos de vegetação que recobrem o território do Estado de São Paulo, pois a mata era apenas um tipo de cobertura vegetal de risco.



    Foram consideradas coberturas vegetais de risco tudo que, por suas características de altura e densidade, dificulte ou impossibilite ao ser humano orientar-se adequadamente no terreno, tais como: mata, capoeira, cerradão, cerrado, restinga, mangue e reflorestamentos. O relevo da área também constitui um fator de risco por adicionar condições desfavoráveis ao deslocamento seguro.










  • 04/03/2019





    O bombeiro, quando no exercício de atividades em que esteja  exposto a riscos que possam ofender a sua cabeça, destacando-se as atividades de combate a incêndio, deve dispensar atenção especial para o uso do capacete para combate a incêndio. 




     Na caixa craniana aloja-se o cérebro, que é um dos principais órgãos vitais do ser humano e, ao receber um impacto, quer por objetos, quedas, o cérebro poderá ser atingido, daí, portanto, a importância do emprego deste tipo de EPI. Além do risco de quedas de objetos no combate a incêndio, o bombeiro fica exposto a grande quantidade de calor que é liberada na combustão, com produção de ambientes a elevadas temperaturas. Sendo assim, é fundamental o uso do capacete para combate a incêndio, de forma a oferecer proteção adequada para a cabeça, face e olhos quanto a exposições ao calor e, ao mesmo tempo, não impossibilitar os trabalhos por parte do bombeiro devido a grandes reduções na sua capacidade de audição e visibilidade. É regra fundamental que ninguém despreze o capacete de combate a incêndio a fim de preservar a sua integridade física contra os diversos fatores adversos que podem surgir neste tipo de atividade. A ausência deste equipamento pode ser a causa do fracasso das operações como também incapacitar o bombeiro.










  • 03/03/2019





    Os incêndios em espaços confinados produzem grande quantidade de produtos da combustão que são: a fumaça, o calor, gases e vapores, que requerem a correta utilização de técnicas e equipamentos, visando diminuir o risco de acidentes pessoais e aumentar as chances de sucesso da guarnição na ocorrência, na localização e salvamento das vítimas, além da proteção do patrimônio. O objetivo do MTB (Manual Técnico de Bombeiro) – Combate a incêndio em local Confinado é a preservação da vida, do meio ambiente e do patrimônio, não podendo inverter essa ordem natural de prioridade. O Bombeiro não pode assumir o risco de colocar a vida em detrimento do patrimônio, devendo adotar procedimentos seguros e eficientes.    




    A verificação do EPR/EPI (Equipamento de Proteção Respiratório e Individual) e materiais deverão ser diárias, buscando uma sintonia entre o bombeiro e a atividade desenvolvida na emergência. O incêndio em local confinado exige atendimento operacional específico e tem como um dos fatores determinantes o tempo-resposta. Para o sucesso da ocorrência, o tempo-resposta é fundamental para retirada de vítimas e combate ao incêndio, sendo que o emprego adequado de técnicas e procedimentos operacionais proporciona economia de tempo, melhor utilização dos meios e um atendimento com excelência da qualidade operacional.










  • 02/03/2019





    Numa análise superficial de dados estatísticos brasileiros1, chama à atenção a prevalência da população urbana sobre a rural a partir de 1960. De um país predominantemente agrário, com a maior parte da população residente no campo, o Brasil definitivamente ingressou no caminho sem volta de ver suas grandes cidades transformarem-se em pólos de atração demográfica. 




    Em verdade, tal fenômeno não ocorreu somente em solo pátrio, mas em dimensões mundiais, poder-se-ia dizer, resumidamente, que a migração para centros urbanos se deu em razão da modernização das técnicas agrícolas em substituição à mão de obra humana e animal e do crescimento da indústria e do comércio nas grandes cidades.












  • 01/03/2019





    Este manual técnico foi elaborado com o intuito de reunir, racionalizar e atualizar as esparsas fontes de conhecimento existentes na área de resgate e emergências médicas, facilitando o estudo por parte dos bombeiros em formação, especialização ou prontos no serviço operacional. Existem na corporação diversos manuais, apostilas, textos e monografias sobre o assunto, sendo que os conteúdos foram atualizados, reorganizados e introduzidos neste manual, obedecendo os procedimentos padronizados pelos órgãos e instituições geradores de doutrina e normalização de atendimento pré-hospitalar, conforme nossas referências bibliográficas. 





    A organização dos capítulos foi feita numa ordem lógica de aprendizado, explanando desde o conceito do serviço de resgate, passando pela avaliação da cena, da vítima até as emergências mais complexas ou específicas. O grupo de trabalho que elaborou este manual foi composto por profissionais com formação superior ou técnica na área de saúde, além da especialização em atendimento pré hospitalar e experiência na área de ensino de socorristas.










  • 28/02/2019





    A prática do mergulho começa com a adaptação do corpo a água. O homem vive imerso numa redoma de ar, onde cada molécula do corpo humano está comprimida sob esse imenso oceano gasoso. Respirar é um alívio. Os músculos peitorais se expandem e o diafragma movimenta-se permitindo a expansão dos pulmões e a suave entrada de ar, ao relaxar-se o ar é exalado, e o ciclo mágico continua perpetuamente, sem que tenhamos conta de sua importância. A perfeita sincronia de um simples respirar muda drasticamente quando o ser humano está na água.




    O nadador tem muita intimidade com a água, gosta de sua temperatura, e busca a ausência de atrito, em cada braçada vigorosa, no anseio de conquistar a maior velocidade possível. A respiração é o ponto chave, e deve ser cadenciada, ritmando o corpo e oxigenando os músculos, traçando uma reta imaginária, até ao alcance da melhor performance. Independente de qualquer instrumento pode-se assim deslocar-se pela superfície liquida, sem nenhum aparato especial, desde que seja suprida a porção vital de ar.










  • 27/02/2019



    O presente manual técnico é destinado às guarnições que utilizam o extrato formador de espuma (EFE) no atendimento de ocorrências e tem como objetivo dar o conhecimento mínimo para as guarnições identificarem um incêndio Classe “A” ou “B” e combatê-lo, utilizando espuma mecânica. Serão mostrados alguns tipos de extratos formadores de espuma e os vários tipos de equipamentos proporcionadores. Normalmente a espuma é utilizada em incêndio Classe “B”, porém, em um capítulo específico, serão abordadas as vantagens do uso da espuma em incêndio Classe “A”.














  • 26/02/2019



    O presente Manual Técnico de Bombeiros tem os seguintes objetivos:


    - Consolidar as informações sobre os equipamentos empregados nas atividades de combate a incêndio, de modo a reunir os diversos tipos e modelos de equipamentos e acessórios hoje existentes no mundo e descrever suas características de desempenho; e


    - Consolidar as técnicas de emprego dos referidos equipamentos nas atividades de combate a incêndio, de modo a informar sobre o melhor desempenho de seu emprego conjugado. 




    Para uma compreensão mais abrangente das técnicas de combate a incêndio usadas pela Corporação, será necessária a consulta a outros manuais técnicos, especialmente o Manual Técnico de Bombas de Incêndio (MTB-08) e o Manual Técnico de Suprimento de Água em Combate a Incêndios (MTB-02), assuntos que, embora intimamente relacionados à atividade, não serão tratados neste Manual Técnico devido à sua especificidade e extensão. 




    Para uma compreensão mais específica das diversas atividades especializadas de combate a incêndio executadas, deverão ser consultados os Manuais Técnicos de Combate a Incêndio em Aeroportos (MTB-01), Florestal (MTB-04), em Indústrias (MTB-05), em Portos e Embarcações (MTB-07), em Edifícios Altos (MTB-16), em Habitação Precária (MTB-28) e em Local Confinado (MTB-42), além do manual de Técnicas de Ventilação (MTB-14) e de Proteção de Salvados (MTB-18). 




    Neste Manual o esguicho é contemplado com um capítulo específico, dada a sua grande importância para a eficiência do combate a incêndios e para a otimização da aplicação da água.




    Este Manual procura registrar a cultura hoje existente e avançar sobre as novas tecnologias desenvolvidas, de modo a servir como importante alicerce para todas as atividades de combate a incêndio.










  • 25/02/2019





    Os incêndios são, em sua grande maioria, combatidos com o emprego de água como agente extintor.  Essa característica tem sua causa principal no fato da água ser abundante e barata na natureza, o que torna economicamente viável para a maioria dos incêndios; facilidade de armazenagem, facilidade de transporte, multiplicidade de aplicação do jato, forma líquida, etc., Considerando também que grande parte dos incêndios tem sua propagação nos combustíveis de classe A, o que justifica a aplicação deste agente. Esse fator determina a preocupação com o suprimento d’água, onde a guarnição de combate a incêndio se envolve num processo de transferência do agente extintor, da fonte disponível, até o local do incêndio. Em suma, de modo geral o suprimento de água é vital para a extinção do incêndio, assim, quanto mais eficiente for esse processo, aliado às técnicas e táticas de combate, maior será o êxito na extinção. 





    A água necessária para o suprimento da viatura de combate a incêndio será obtida, em princípio, de um hidrante urbano. Como alternativa, poderá ser extraída de outras fontes tais como:  hidrantes prediais, viaturas de apoio de transporte de água (viaturas do Corpo de Bombeiros, outros órgãos públicos ou particulares), reservatórios e mananciais. 





    A extinção de um incêndio, com o emprego da água, baseia-se em processo físico e químico, onde qualquer corpo em combustão desprende certa quantidade de calor que pode ser determinada matematicamente. Para se extinguir esse fogo, precisamos anular ou retirar todo esse calor desprendido, provocando assim um resfriamento do corpo em ignição. Portanto, a água é o agente extintor natural mais indicado para se combater um incêndio, devido a suas propriedades científicas de absorção, além de ser, como supracitado, o mais abundante e econômico para esse fim.










  • 24/02/2019





    Diante da problemática dos inúmeros incêndios florestais no Estado de São Paulo, registrados nos últimos anos, este manual tem por objetivo orientar as equipes de combate a incêndio na ação efetiva de combate, estabelecer e propor medidas preventivas para reduzir esse tipo de ocorrência, por meio das ações operacionais e educativas.



    Para os fins deste Manual, entende-se como Incêndio Florestal, toda destruição total ou parcial da vegetação, em áreas florestais, ocasionada pelo fogo, sem o controle do homem ou qualquer que seja sua origem.














  • 23/02/2019





    O presente manual nasceu a partir de estudos dos cilindros ou vasos e produtos mais utilizados, transportados, de maior risco e com a estatística mais desfavorável, no que tange às ocorrências atendidas pelo Corpo de Bombeiros nos últimos anos.                 





    É relevante esclarecer que no universo de produtos perigosos e não perigosos, mas que oferecem algum tipo de risco face estarem acondicionados e pressurizados em vasos metálicos, polímeros e afins, não dotamos este compêndio com toda a gama de gases explosivos, líquidos inflamáveis e produtos inertes e oxidantes existentes, contudo ajustamos o trabalho a uma realidade mais próxima do factível e substancial para que pudesse atender e orientar o nosso homem no treinamento preventivo e na atuação corretiva dessas emergências.                   





    Como já fora colocado, anteriormente, não nos seria possível elencar as centenas de produtos existentes e engarrafados em vasos metálicos e em cilindros à base de polímeros rígidos, porém, reforço que se procurou explorar e pautar os, estatisticamente, mais comuns e conhecidos pelo profissional de bombeiros, procurando satisfazer nosso efetivo da forma mais ampla, prática e pertinente possível.